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ARTIGOS

O que significa transexualidade? Compreendendo a essência da identidade de gênero.

O que define quem somos além das imposições biológicas do nascimento? Este artigo aprofunda o conceito de transexualidade: entendendo identidade de gênero sob uma ótica humanista, clínica e social. Através da despatologização estabelecida pela OMS e dos avanços jurídicos no Brasil, examino como a congruência interna entre mente e corpo é vital para a saúde mental. Compreenda a diferença crucial entre sexo biológico, identidade e expressão de gênero, desfazendo estigmas e barreiras institucionais que afetam a população trans. Descubra os caminhos para o acolhimento terapêutico eficaz e a construção de uma sociedade genuinamente inclusiva. Saiba mais…

Assertividade e responsabilidade afetiva: O direito de ir embora e o dever de avisar

O sofrimento contemporâneo nas relações frequentemente nasce do descompasso entre o que é dito e o que é feito. Este artigo investiga como a assertividade nos relacionamentos e responsabilidade afetiva deixaram de ser meros conceitos teóricos e se tornaram ferramentas de sobrevivência psíquica. Analisando as conexões sob as óticas da psicologia baseada em evidências, da sociologia e da prática clínica, desmistifico o medo do conflito e discuto o impacto do silenciamento moderno. Saiba mais…

Por que os relacionamentos LGBTQIA+ não duram?

Por que os relacionamentos LGBTQIA+ parecem ser mais frágeis? A resposta não está na orientação sexual, mas em forças externas — estigma, homofobia internalizada, falta de modelos afetivos e o peso do estresse de minoria — que corroem o vínculo de dentro para fora. Este artigo analisa, sob múltiplos olhares clínicos e sociais, os fatores que fragilizam e os que fortalecem as relações afetivas na comunidade LGBTQIA+, com base em evidências científicas e perspectiva humanista. Saiba mais…

Amor e sofrimento: quando os relacionamentos cobram um preço alto

Investigar a tênue barreira entre a entrega afetiva saudável e a anulação do meu “eu” revela como o ideal romântico molda nossa dor. Este artigo propõe uma análise sobre o impacto do sofrimento auto infligido em nome dos vínculos amorosos, abordando a herança cultural do martírio, as armadilhas da dependência emocional e a ansiedade gerada pela liquidez dos laços modernos. Sob o olhar analítico da psicologia baseada em evidências, da sociologia de Bauman e dos critérios clínicos do DSM-5 e CID-11, descortinamos o preço da idealização neurótica e os sinais de alerta de relacionamentos tóxicos. Compreenda a importância de estabelecer limites claros através do amor-próprio e entenda o luto do término necessário como ferramenta de resgate da sua dignidade e reestruturação do eu. Saiba mais…