Compreender a fronteira entre o estresse e ansiedade é nevrálgico para a manutenção da saúde mental em um mundo hiperestimulado. Este artigo explora as raízes biológicas, sociais e antropológicas desses fenômenos, diferenciando o estresse, uma resposta a ameaças externas presentes, da ansiedade, uma reação interna persistente voltada ao futuro. Através de uma análise do manuais, DSM-5 e a CID-11, observaremos como o acúmulo de tensões cotidianas pode evoluir para transtornos crônicos. Também será abordado os sintomas físicos, as dinâmicas de trabalho e o impacto das redes sociais, oferecendo uma possibilidade para o leitor realizar um autoexame e obter orientações sobre quando buscar ajuda profissional especializada. Saiba mais…