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Assertividade e responsabilidade afetiva: O direito de ir embora e o dever de avisar

O sofrimento contemporâneo nas relações frequentemente nasce do descompasso entre o que é dito e o que é feito. Este artigo investiga como a assertividade nos relacionamentos e responsabilidade afetiva deixaram de ser meros conceitos teóricos e se tornaram ferramentas de sobrevivência psíquica. Analisando as conexões sob as óticas da psicologia baseada em evidências, da sociologia e da prática clínica, desmistifico o medo do conflito e discuto o impacto do silenciamento moderno. Saiba mais…

Por que os relacionamentos LGBTQIA+ não duram?

Por que os relacionamentos LGBTQIA+ parecem ser mais frágeis? A resposta não está na orientação sexual, mas em forças externas — estigma, homofobia internalizada, falta de modelos afetivos e o peso do estresse de minoria — que corroem o vínculo de dentro para fora. Este artigo analisa, sob múltiplos olhares clínicos e sociais, os fatores que fragilizam e os que fortalecem as relações afetivas na comunidade LGBTQIA+, com base em evidências científicas e perspectiva humanista. Saiba mais…

Amor e sofrimento: quando os relacionamentos cobram um preço alto

Investigar a tênue barreira entre a entrega afetiva saudável e a anulação do meu “eu” revela como o ideal romântico molda nossa dor. Este artigo propõe uma análise sobre o impacto do sofrimento auto infligido em nome dos vínculos amorosos, abordando a herança cultural do martírio, as armadilhas da dependência emocional e a ansiedade gerada pela liquidez dos laços modernos. Sob o olhar analítico da psicologia baseada em evidências, da sociologia de Bauman e dos critérios clínicos do DSM-5 e CID-11, descortinamos o preço da idealização neurótica e os sinais de alerta de relacionamentos tóxicos. Compreenda a importância de estabelecer limites claros através do amor-próprio e entenda o luto do término necessário como ferramenta de resgate da sua dignidade e reestruturação do eu. Saiba mais…

Ansiedade ou Estresse? Entenda as diferenças e saiba como identificar.

Compreender a fronteira entre o estresse e ansiedade é nevrálgico para a manutenção da saúde mental em um mundo hiperestimulado. Este artigo explora as raízes biológicas, sociais e antropológicas desses fenômenos, diferenciando o estresse, uma resposta a ameaças externas presentes, da ansiedade, uma reação interna persistente voltada ao futuro. Através de uma análise do manuais, DSM-5 e a CID-11, observaremos como o acúmulo de tensões cotidianas pode evoluir para transtornos crônicos. Também será abordado os sintomas físicos, as dinâmicas de trabalho e o impacto das redes sociais, oferecendo uma possibilidade para o leitor realizar um autoexame e obter orientações sobre quando buscar ajuda profissional especializada. Saiba mais…